domingo, 12 de fevereiro de 2017

BODE NA SALA

Pelo AMOR a DEUS... quando se fala em PAGAR a dívida só se está dando mais munição a quem se locupleta do poder. Quando a maçonaria que se vale de um MANIFESTO para relatar fatos da vida cotidiana.. de que lado ela esta??? Quando os ditos homens de bem bla´blá blá... o que vai mudar???


Todo DITADOR é um COVARDE em potencial, todo aquele se vale de TURMA para agir idem...

Parabéns ao LULA que inventou a ditadura da turma... só perde o PODER se for muito burro e rezemos para que o seja. O BRASIL tem as condições que regem o surgimento de uma grande nação, riquezas no solo, em se plantando tudo dá, mas enquanto se valer de exportar suas riquezas em NATURA, jamais criará a condição de INVESTIMENTO necessárias a conquistar sua pujança.


Os arquitetos que blindam o atual sistema encontraram a MINA de OURO, no topo da pirâmide as multinacionais e os RICOS em palavras maísculas, no centro da pirâmide ascenderam os da base miserável que nada tinham e hoje uma família de 8 pessoas que antes moravam em barracos já tem sua MINHA CASA MINHA VIDA e compram seus eletro nas casas Bahia da vida. Já o médio brasileiro que tinha seu salário de 5 a 10mil foi achatado deslocado com a maior perda salarial já imposta a uma classe média brasileira.
Assim o PODER só será ameaçado quando a classe que ascendeu se ver tolhida e no fim de sua ascensão... AI então SIM o PODER terá seu confronto pois não poderá repetir a jogada magistral.

Quando isso acontecer provavelmente todos estaremos no "minha casa minha vida" e o que é pior com o BODE na sala. De resto porque não convidar todos para a cervejada com churrasco da Friboi?



Postado por Anônimo no blog OS IRMÃOS COM A PALAVRA em 4 de março de 2014 10:16 

COMO NO CARNAVAL

As eleições gerais nas escolas de samba para eleger a campeã  do Carnaval a votação é levada muito a sério com o voto escrito numa listagem colocada em envelope e este guardado em cofre forte nas empresas de segurança até a hora da apuração, causando admiração quando as urnas chegam de carro blindado com guardas armados e são entregues na mesa apuradora mediante recibo.
No Carnaval o entusiasmo toma conta de certas populações pobres faveladas dos morros cariocas destacando-se a campeã do morro do Borel (escola de samba Unidos da Tijuca) e a vice-campeã do morro do Salgueiro (escola de samba Acadêmicos do Salgueiro), ambas as comunidades, vizinhas do bairro da Tijuca no Rio de Janeiro. Prevalecem cenas de risos, gritos, abraços e beijos e também de tristezas, choros e lamentações independente do resultado das eleições da campeã e da vice, numa disputa honesta voto a voto, para quem encara o carnaval como o único período de glória, ostentação, luxo e riqueza das suas vidas.
Se a República do Brasil levasse seus interesses com a mesma seriedade de uma escola de samba do Rio de Janeiro o nosso país seria campeão de probidade e honestidade em benefício do próprio povo brasileiro. Nas eleições gerais democráticas do Brasil, onde será avaliado o destino da Pátria, as eleições se realizam num ambiente sem nenhum entusiasmo e sem segurança no resultado, a mercê de uma máquina eletrônica virtual que pode ser manipulada alterando os resultados por qualquer “hacker” que tenha acesso ao sistema. Geralmente só prevalece a tristeza.

Ir Torres de Melo


“A VERDADE É A ÚNICO TERRENO SEGURO QUE PODEMOS PISAR”  
ELIZABETH CADY STANTON (1815 – 1902)

    “UMA SOCIEDADE DE OVELHAS COSTUMA DAR LUGAR A UM ESTADO DE LOBOS”                                                                                                             JOSÉ MANUEL DE ALMEIDA

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

CASTELOS NO AR!

“Se alguém avança confiantemente na direção de seus sonhos, e se esforça para viver a vida que imaginou, encontrará um sucesso inesperado nas horas comuns ... se você construiu “castelos no ar”, seu trabalho não precisa ser perdido , pois é onde eles deveriam estar. Agora coloque as fundações sob eles.” ( Henry David Thoreau)

crédito: www.sdtimes.com
Muito do que nós aspiramos na Maçonaria parece ser um sonho impossível. Nós pretendemos a viver uma vida irrepreensível de piedade, tolerância e beneficência embora isso não seja tão fácil e, frequentemente não conseguimos realizá-la. Sonhamos com um mundo de liberdade e justiça, onde o amor fraternal prevaleça, ainda que em torno de nós vejamos muita pobreza, conflitos e guerras. Mas devemos crer que nossos sonhos não são uma perda de tempo. Eles são, ao contrário, o ideal que nos inspira a lutarmos por mais, para nós e para o mundo em geral. Nossos sonhos são a luz que brilha na escuridão e servem para nos guiar para casa.

Mas os sonhos não são suficientes. Primeiro vem a visão e a inspiração, mas até agirmos para trazer esses sonhos à realidade concreta, permanecerão fora do alcance e serão apenas “castelos no ar”. Maçons são construtores, embora não em pedra, mas temos que ser sonhadores pois vamos realizar melhorias diversas que sejam o ápice de nossos sonhos, até o encontro com o Divino de nossas escolhas pessoais.


 Ir. Paulo Cesar T. Ribeiro
ARLS Quintino Bocaiuva  nº 10

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

      PARA FRENTE O QUE CUSTAR! 

Os meios de comunicação, A INTERNET e outros processos  criam uma onda de notícias. Há uma gigantesca troca de informações, dando a impressão que o mundo vai se acabar em pouco tempo, pois as notícias negativas superam as positivas.

Quando sai aspirante deram-me um pequeno livreto. Na capa estava escrito:
”UMA ANDORINHA SÓ NÃO FAZ VERÃO! Na Escola Militar era cantado em verso e prosa a história de “MENSAGEM A  GARCIA” de Elbert Hubbard –. ERA ENTREGAR UMA MENSAGEM AO SARGENTO GARCIA. O MENSAGEIRO PERGUNTA: QUEM É O SARGENTO GARCIA? NÃO SEI. PROCURE. ERAM IDEIAS QUE FORAM COLOCADAS NAS NOSSA CABEÇA, MOSTRANDO QUE É IR EM FRENTE COMO BEM DIZ MARTIN LUTHER KING: “ SE NÃO PUDER VOAR, CORRA. SE NÃO PUDER CORRER, ANDE. SE NÃO PUDER ANDAR, RASTEJE, MAS CONTINUE EM FRENTE  DE QUALQUER JEITO.”
Para nós, significa tudo pela Pátria. Quando CAXIAS sente que poderia perder a Batalha da Ponte de ITORORÓ, grita; ‘sigam-me, os que forem brasileiros” na sua sexta investida. O Exército levanta-se como uma só alma e vence. Quando BARROSO, na Batalha do   Riachuelo, manda colocar na
treliça: ” é sustentar o fogo que a vitória é nossa” une as almas  dos marinheiros e a BATALHA DE REACHUELO É UM SIMBOLO DE NOSSA HISTÓRIA.

Estamos vivendo um crise gravíssima. Homens públicos presos por corrupção, outros aguardando sentença, presídios em chamas, economia em pandarecos, os homens esqueceram que são brasileiros e vivem a pensar em ficar rico. Já estão dizendo que o BRASIL não tem solução. Tão fácil: “ termos brasileiros dignos, éticos,  sóbrios, na Direção dos três Poderes e tudo será solucionado, pois serão pessoas que amam o Brasil. Tudo mais é conversa de botequim perto de carnaval.
Esqueceram RUI? ELE DISSE: “A justiça atrasada não é justiça, senão injustiça qualificada e manifesta.”
Esqueceram ARISTOTELES:  ” A base da sociedade é a justiça; o julgamento constitui a ordem da sociedade: ora o julgamento é a aplicação da justiça”.

“PARA FRENTE CUSTE O QUE CUSTAR, BRASILEIROS. VIVA O BRASIL!
GRUPO GURARAPES.  
        
 GEN TORRES DE MELO
 COORDENADOR 

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

O QUE SE LEVA DA VIDA!

Caros e Prezados:

Prestem atenção porque a notícia é boa.  A ignorância (o não saber) não impede de receitarmos a Jornada muitas vezes sem necessidade. O "Caminho do Meio" de Malkut a Keter é o se faz necessário e urgente se quisermos nos livrar desse lodaçal. 

Um forte e fraterno abraço.

Osiris




Costumo falar de experiências vividas e usar como exemplo eu mesma, sendo assim, digo que, quando frequentava o Kardecismo percebia que em geral, não em sua totalidade, claro, os membros se achavam os guardiões da "verdade". Agora vem esta mensagem "abrir os olhos" dos que assim se sentem dentro desta doutrina. Nada que já não tínhamos consciência, porém, achei devido postar aqui para reflexão de todos, não só dos que professam a Doutrina espírita Kardecista.

Estela


-o0o-

Uberaba – MG, 22 de julho de 2013.
Irmãos e irmãs, o que vale no Espiritismo é o que você faça dos conhecimentos que for adquirindo nele. O resto – acredite –, não conta muito. Quando desencarnei, ninguém queria saber qual era o meu nome, endereço, tampouco os títulos que eu possuía – aliás, ninguém queria saber nada de mim, nem me perguntava coisa alguma. A minha consciência é que, insistentemente, me pedia contas. A bem dizer, a minha condição de espírita nada significava, e nem significa até hoje. Sem a intenção de ser redundante, o que vale é o valor – o seu valor pessoal, sem rótulos, ou faixas, de qualquer espécie.
Deste Outro Lado, a única coisa capaz de lhe valer é o seu currículo – o seu currículo de bondade! Porque, no fundo, é isto que irá proporcionar a você alguma réstea de luz, para que, mesmo caminhando na escuridão, consiga evitar o abismo...

Não cometa a tolice de imaginar que, na Vida de além-túmulo, o espírita possa ser tratado com deferência. Privilégio, ou o famoso “jeitinho” brasileiro, é algo que por aqui não existe!

Chico Xavier dizia, e com razão, que os espíritas estavam desencarnando mal – estavam, e, em geral, ainda estão!

Sinceramente, o único predicado que eu invejo numa pessoa, seja ela qual for, é a bondade! Depois que a gente larga a carcaça(desencarnar), para quem é realmente bom, aqui todas as portas se abrem, e todos os caminhos se desimpedem! Em vez de ele pedir audiência com os anjos, são os anjos que pedem audiência com ele!...

Por isto, eis o conselho que lhe dou: teorize menos, e procure servir mais!
O mundo é um caldeirão que ainda vai continuar fervendo durante muito tempo... É possível que você vá desencarnar e tornar a reencarnar, nele encontrando amanhã quase tudo como está agora.
De uma encarnação a outra, o espírito melhora muito pouco... A evolução, para quem não se conscientiza, acontece quase que a passo de lesma – dessas que deixam o seu rastro gosmento no chão! Não creia ser diferente. Não estou querendo desanimar a quem quer que seja, mas, se você se interessa pela Verdade, ei-la aqui de maneira nua e crua. “Nosso Lar”, a colônia espiritual que muita gente na Terra almeja habitar, tem muito mais católicos, protestantes, umbandistas, e até mais ateus, do que espíritas...

Não, não se creia o suprassumo, porque você não o é! Como é que eu posso dizer isto?! Ser espírita é só acréscimo de responsabilidade espiritual – nada mais do que isto. O que nós já sabemos é mais que suficiente para que, pelos nossos erros, a nossa consciência nos penitencie por muitas e muitas encarnações. Conheço muita gente que não quer saber o que a gente sabe só para não ter que responder pelo que respondemos, ou responderemos. Deixe, pois, de professar o Espiritismo como quem toca um clube de futebol, ou um partido político.

Enquanto é tempo, pare de fazer “guerra santa” – contra os outros, e contra os próprios companheiros que você considera equivocados!
Guardião da Doutrina, você?! Ora! Aceite os meus pêsames...
Cuide-se, porque a “morte” já vem chegando, e ela é uma locomotiva, que, para atropelá-lo, não pedirá licença!...


Inácio Ferreira de Oliveira foi um grande trabalhador espírita. 

Médico psiquiatra, dirigiu por muito tempo o Sanatório Espírita de Uberaba.

Desencarnado em 1988 vem, pela psicografia, nos dar esse importante alerta.



Colaboração do Ir. Osiris Drimus

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

PAÍS NO FLAGELO

PAÍS VIVE O FLAGELO DO CRIME INSTITUCIONALIZADO*


A sociedade brasileira vem assistindo nos últimos anos, talvez ainda sem entender bem suas reais dimensões, o surgimento e o fortalecimento de mais uma praga – quase – endêmica do nosso país; digo “quase” pois alguns países africanos também a experimentam.

Trata-se do que podemos denominar de “Crime Institucionalizado”.Tal fenômeno, que adquiriu contornos marcantes, que o diferenciam conceitualmente do crime organizado convencional, merece urgente atenção não apenas das autoridades policiais, do ministério público e do judiciário, mas, sobretudo, da imprensa e da sociedade como um todo, pois seu fortalecimento e sedimentação tem a capacidade de minar de forma devastadora as possibilidades de desenvolvimento nacional.

Vale dizer, grosso modo, que o “Crime Institucionalizado” estaria para o crime organizado assim como a motocicleta está para o velocípede.

Ao contrário do crime organizado, agora neste contexto rebaixado à delinquência juvenil, o “Crime Institucionalizado” não lança mão de atividades escancaradamente ilegais, como o tráfico de drogas, de armas, a prostituição, o jogo ilegal e etc.

Este novo e poderoso flagelo utiliza-se apenas da plataforma oficial, dos governos das três esferas, do estamento público, dos ministérios da república, da política partidária e das regras eleitorais para prospectar e desviar fortunas do erário público. Todo o seu faturamento tem origem nos contratos de serviços e obras, nas concorrências públicas, nos repasses para programas de governo, principalmente para ongs e oscips.

Trata-se, desta feita, de atividade infinitamente mais lucrativa e segura do que qualquer negócio ilegal convencional colocado em prática por organizações tipo máfia.

Em suma, enquanto o crime organizado viceja aproveitando-se da letargia e da omissão de alguns homens públicos, o “Crime Institucionalizado” é fruto da própria ação estruturada e pensada de um grupo de homens e mulheres que comandam determinado setor, empresa ou unidade do poder público.

Outra diferença marcante é que, enquanto o crime organizado coopta, ou, quando muito, infiltra um agente aqui e acolá, na polícia ou numa determinada repartição, o “Crime Institucionalizado” indica e nomeia, com a devida publicação em diários oficiais, dezenas de autoridades que servem aos seus propósitos tanto na empreitada criminosa propriamente dita, como na tomada de medidas garantidoras da impunidade do grupo e da salvaguarda do butim, nos três poderes da república.

Mais um nuance importante é que o “Crime Institucionalizado”, com seus exércitos de nomeados em cargos e funções estratégicas, com vista a garantir alguns aspectos vitais da atividade, isto é, para institucionalizar a própria moenda criminosa, estaria, desgraçadamente, lançando mão da elaboração e promulgação de normas administrativas, e até de leis, que facilitem sua consecução. Eles têm a faca, o queijo e, é claro, a boca faminta, ao seu inteiro dispor.

Na última década o “Crime Institucionalizado” vitaminou-se tremendamente, aproveitando-se dos seguidos recordes de arrecadação tributária. Com o ingresso de dezenas de milhões de pessoas na classe média e o consequente aumento do consumo, os cofres públicos abarrotaram-se de dinheiro. São exatamente essas divisas, oriundas do alquebrado contribuinte brasileiro, que vem alimentando o “Crime Institucionalizado”.

Uma de suas consequências práticas mais nefastas é a existência de centenas de concorrências públicas viciadas pelas fraudes do “Crime Institucionalizado” – há quem diga, inclusive, ser difícil encontrar, nos dias de hoje, uma única licitação que não seja “arrumada”.

Contudo, ainda mais desoladora é a possibilidade da existência de grandes e vultosos projetos sendo aprovados com o único e exclusivo intento de desviar verbas públicas. É de fato o pior dos mundos, onde a corrupção estaria no nascedouro das iniciativas. Não seria mais o caso do estádio de futebol superfaturado, mas o caso do estádio de futebol que nem deveria ter sido construído, isto é, a corrupção de raiz. Não é, como dizem por aí, “o malfeito”, mas o que nem deveria ter sido feito.

Esta situação tem saída, por mais difícil e desfavorável que possa parecer. E a solução passa necessariamente pela total e completa blindagem política de todos os órgãos que compõem a persecução criminal, sem prejuízos de outras medidas de proteção às instituições do estado brasileiro, mormente as agências controladoras, nas três esferas políticas.

O quadro aponta para a necessidade da edificação de uma estrutura policial, altamente preparada e fortalecida, que faça frente a tais dragões, e com capacidade de investigar aqueles que nomearam seus próprios chefes

Jorge Pontes é delegado federal e foi diretor da Interpol do Brasil*


CRIME INSTITUCIONALIZADO É QUANDO CRIMINOSOS NACIONAIS E/OU INTERNACIONAIS APODERAM-SE DE UM ESTADO E SÃO GARANTIDOS POR SUAS INSTITUIÇÕES.


Ir. Ronaldo Ducceschi Fontes
ronaldofontes09@gmail.com

Ronaldo Fontes é Irmão membro da ARLS Ordem e Progresso, é médico cirurgião cardíaco