![]() |
| Crédito: www.picapaubrasildownload.blogspot.com |
Atravessamos 2016 aos trancos e barrancos. Havia
momentos que parecia que iríamos afundar de vez. Foram 365 dias de língua de
fora, mas por sorte e por pressão da sociedade a LAVA JATO conseguiu avançar. Entramos em 2017 e parece que reina paz; é aparente. Estão
se devorando e os possuidores de “PIANO DE CAUDA” estão a todo vapor. Nos
bastidores estão se comendo para conquistarem os postos de Presidente do
Senado, Câmara Federal e as Estaduais. Seria tão fácil se fosse escolhido os não possuidores de
“PIANO DE CAUDA”!
Estão curiosos?
É uma história simples. A figura principal é do Imperador
Pedro II, que quando foi deposto tentaram votar uma pensão para que pudesse viver
em Paris. Não aceitou e quis apenas um pequeno saco com terra do Brasil para
colocar a cabeça. Vamos a história...
No Império tínhamos o Senado ocupado por senadores
vitalício. Para se chegar ao cargo era preciso estar numa lista tríplice e ser do
partido que estava no governo. A lista ia ao Imperador que escolhia o senador. Com uma vaga existente o partido que estava no poder
queria indicar o amigo, mas sabia que o imperador não era muito de amores para
o preferido do partido. Ardilosamente, a lista foi composta por aquele que o partido desejava e dois do partido que era oposição. Pensavam que, assim, o
Imperador não tinha saída.
O 1º Ministro leva a lista e o Imperador escolhe um da
oposição. O ministro: “Imperador quem está no governo é o meu partido
e V.Alteza escolheu o senador do outro partido”. Sim, ministro, e o PIANO DE
CAUDA? O ministro pede permissão e se retira. Quanta falta faz um PEDRO II.
Tem gente nos governos donos de “PIANOS DE CAUDA”.
O candidato ao senado do partido do governo tinha ido a Europa e comprou um
piano de cauda, e a alfândega olhou a cauda e viu um pequeno contrabando.
Não seria muito bom que os presidentes do Senado, Câmara, Assembléias e os Prefeitos fossem donos de “PIANOS DE CAUDAS”?
GRUPO GUARARAPES
Gen torres de melo, coordenador
03/janeiro/2017
Ir. Torres de Mello

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Colabore, faça seu comentário